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Abertura de propostas da licitação de dragagem do Rio Madeira é adiada

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) adiou abertura de propostas do processo licitatório para contratação da empresa responsável pela realização da dragagem do Rio Madeira, no trecho de Porto Velho (RO) à Itacoatiara (AM). O procedimento da licitação, que ocorreria nesta terça-feira (17), será em junho. Uma empresa será contratada para fazer dragagem na Hidrovia do Madeira durante cinco anos.


O aviso de adiamento foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), no último dia 12. O Dnit justificou o adiamento ao tempo a ser demandado pela área técnica do órgão para obtenção de arquivos de dados brutos no levantamento batimétrico e arquivos em formato AutoCAD com caminhamento completo da Hidrovia do Madeira, que foram solicitados por empresa interessada em participar do processo licitatório.

A abertura das propostas da licitação foi adiada para o dia 14 de junho, às 15h, em Brasília. A contratação de empresa especializada para execução de dragagem de pontos críticos na Hidrovia do Madeira, nos estados do Amazonas e Rondônia, será no Regime Diferenciado de Contratação (RDC).

O processo licitatório será via Diretoria Executiva do Dnit, mas a fiscalização da execução dos serviços terá apoio da Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Amazonas.

Dragagem
A dragagem é o procedimento para remoção dos sedimentos que se encontram no fundo do rio para permitir a passagem das embarcações. De acordo com o Dnit, um trecho 1.086 km de extensão, que vai da capital de Rondônia até o município de Itacoatiara receberá dragagem. O trecho é considerado crítico pelo próprio Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte. O valor estimado para a dragagem é de R$ 81.825.643,70.

A dragagem do Rio Madeira entre os estados do Amazonas e Rondônia é uma antiga reivindicação das empresas de navegação, que operam no transporte fluvial de cargas e passageiros. Desta vez, os serviços serão realizados com maior periodicidade durante 60 meses.


Galdino Alencar Júnior, presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma), ressaltou que o serviço de dragagem é essencial para segurança da navegação no Rio Madeira. A medida atenderá antigo pleito dos transportadores fluviais de cargas e pessoas que navegam pelo corredor logístico.

"Pelo Rio Madeira a maior parte das cargas é escoada na nossa região. A hidrovia é um dos principais corredores logísticos do país por fazer parte do Arco Norte. O Rio Madeira precisava desse serviço, que tem sido feito nos últimos anos, principalmente para evitar acidentes com embarcações no período da seca, quando o calado da embarcação no rio é reduzido", disse.

Texto e Foto: Ascom/Sindarma



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